Lisboa       » Voltar «

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Brasão
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Bandeira
Lisboa é sede de Concelho, capital de Portugal, de Distrito e da Área Metropolitana com o mesmo nome. Lisboa contava, em 2004, uma população de apróximadamente 570 000 habitantes. A área metropolitana ocupa 2 800 km² e tem apróximadamente dois virgula oito milhões de habitantes.

O concelho de Lisboa tem actualmente 53 freguesias e comunica a norte com os municípios de Odivelas e Loures, a oeste com Oeiras, a noroeste com a Amadora e a sudeste com o estuário do Tejo. Por este estuário, Lisboa comunica com os seguintes concelhos da da Margem Sul: Almada, Seixal, Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete.

Os meios de transporte mais imortantes da cidade são: Metropolitano de Lisboa e os autocarros da Carris. As principais artérias de entrada na cidade são:a CRIL, CREL, Ponte 25 de Abril, e a Ponte Vasco da Gama.

Principais atracções turísticas da capital: A baixa pombalina, Belém, Chiado ou Bairro Alto. Estão sediadas em Lisboa duas agências europeias, são elas: Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência e a Agência Europeia de Segurança Marítima, ambas com projectos de novas sedes à beira rio. Tem igualmente sede em Lisboa A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

 

Etimologia

Tendo como referência Bochart, o nome Olisipo, designação pré-romana de "Lisboa", viria da época dos Fenícios. De acordo com a mesma teoria, Olisipo derivaria de "Allis Ubbo" ou "Porto seguro" em fenício, dado o magnífico porto fornecido pelo estuário do Tejo.

 

História

O Neolítico e a fundação

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Castelo de São Jorge

No período neolítico, Lisboa foi habitada por diversos povos Iberos que habitavam outras regiões da Europa atlântica neste período. Aqui, construíram muitos monumentos megalíticos que ainda é possível encontrar em redor da cidade tais como: dólmens e menires.

O estuário do rio Tejo proporcionou as condições ideais à criação de um porto por excelência para o fornecimento de alimentos aos navios destinados às Ilhas do Estanho (actuais Ilhas Scilly) e Cornualha.

Os celtas invadiram a região no primeiro milénio a.C. e através de casamentos tribais com os povos ibéricos pré-romanos aumentaram o número de falantes da língua celta na região.

 
O povoado pré-romano de Olisipo, teve origem nos séculos VIII-VII a.C., assentava no morro e na encosta do Castelo.Olisipo pré-romana foi o maior povoado orientalizante da região de Portugal. Estima-se que a população rondasse entre os3.000e os 5.100 habitantes.
Olisipo seria um local de paragem para o tráfico marítimo e comércio com os fenícios. Achados arqueológicos levam a crer que já havia trocas comerciais com os Fenícios na região em 1200 a.C. Além de poderem viajar para o norte, aproveitaram também o facto de estarem na foz do maior rio da península Ibérica para fazerem comércio de metais preciosos com as tribos locais. Outros importantes produtos da região comercializados foram o sal, os peixes salgados e os cavalos puros sangue lusitano, que eram já bastante reconhecidos na antiguidade.

Recentemente, achados fenícios do século VIII a.C. foram encontrados sob a Sé de Lisboa. Mesmo assim, existem historiadores modernos que entendem que a ideia da fundação fenícia é irreal, e acreditam que Lisboa era uma antiga civilização autóctone e que, no máximo, mantinha relações comerciais com os fenícios, o que explicaria a presença de cerâmicas fenícias e outros objectos.

Existe uma lenda popular e romântica que considera que a cidade de Lisboa teria sido fundada pelo herói grego Ulisses, e que à semelhança de Roma o seu povoado original era rodeado por sete colinas. Derivado, os gregos chamam à cidade de Olissipo, proveniente do nome do herói. Se todas as viagens de Ulisses através do Atlântico se deram da forma descrita por Théophile Cailleux, isso poderia significar então que Ulisses fundou a cidade vindo do norte, antes de tentar dar a volta ao Cabo Malea, (que Cailleux diz ser o Cabo de São Vicente), no sentido de sudeste, em direcção a Ítaca. No entanto, a presença dos fenícios, mesmo ocasional, é anterior à presença helénica na área. Posteriormente, o nome grego teria sido corrompido em latim para Olissipona.

 

Os períodos grego e romano
 
Olissipo situava-se na província romana da Lusitânia.Os gregos antigos tiveram provavelmente na foz do rio Tejo um posto de comércio durante algum tempo, mas os conflitos que ocorriam por todo o mediterrâneo levaram sem dúvida ao seu abandono, devido sobretudo ao poderio de Cartago na região nessa época.

A degradação do Império romano, e a feudalização da sociedade romana deram origem às primeiras invasões dos povos Germanos, Hunos entre outros. As iniciativas que inicialmente foram tomadas como colonizações das terras desertificadas pelas terríveis epidemias que mataram grande parte da população da época, transformaram-se depressa em expedições militares com objectivos de saque e conquista.

A conquista romana e o ouro da Península Ibérica após a conquista a Cartago do oriente peninsular, os romanos iniciam as guerras de pacificação do ocidente. Cerca de 139/138 a.C. os romanos conquistaram Olisipo, durante a campanha de Decimus Junius Brutus que reforçou as muralhas da cidade para se defender das tribos inimigas, sendo esta mais tarde reintegrada no império e recompensada com a atribuição de cidadania romana, um privilégio muito raro para povos não romanos. Felicitas Julia, como a cidade viria a ser conhecida, beneficiou do estatuto de municipium, juntamente com os territórios circundantes, até uma distância de 50 quilómetros, estando dispensados de pagar impostos a Roma, ao contrário de quase todos os outros castros e povoados autóctones conquistados. Foi incluída com larga autonomia na província da Lusitânia, cuja capital era Emeritas Augusta, a actual Mérida (Estremadura Espanhola). A Olisipo romana era uma cidade disposta em anfiteatro entre a colina do Castelo Terreiro do Trigo, o Campo das Cebolas, a antiga ribeira Velha até cerca da rua Augusta.

No tempo dos romanos a cidade era famosa pelo garum, um molho de luxo feito à base de peixe, exportado em ânforas para Roma e todo o império, assim como vinho, sal e cavalos da região. Ptolomeu chamou a cidade de Oliosipon. Para além exploração das minas de ouro e prata uma grande receita dos romanos provinha dos tributos, impostos, resgates e saques que incluíam objectos de ouro e prata dos tesouros públicos dos povos da Lusitânia e resto da península.

No final do período de domínio romano Olissipo seria um dos primeiros núcleos a acolher o cristianismo. O primeiro bispo da cidade foi São Gens. Sofreu invasões bárbaras dos alanos, vândalos e depois fez parte do reino dos suevos, antes de ser tomada pelos visigodos de Toledo, que a chamaram de Ulishbona

 

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Afonso Henriques

A conquista muçulmana
Afonso Henriques. depois de 3 séculos de saques, pilhagens e perda de dinamismo comercial, Ulishbuna seria pouco mais que uma vila no início do século VII. É nesta época que, aproveitando uma guerra civil do Reino Hispânico Visigótico, que os árabes liderados por Tariq invadem a Península Ibérica com as suas tropas mouriscas, em 711. Olishbuna foi conquistada pelas tropas de Abdelaziz ibn Musa, um dos filhos de Tariq, assim como o resto do Ocidente.

Lisboa foi tomada no ano 719 pelos mouros provenientes do norte de África. Em árabe chamavam-lhe al-Lixbûnâ Aluxbuna, mas segundo Alhimian, o seu antigo nome era Cudia (Kudia ou Kudiya). Construiu-se neste período a cerca moura.

Lisboa pertenceu à primeira taifa de Badajoz no ano 1013, criada pelo eslavo liberto Sabur Al-Amiri(1013-1022),um saqaliba, antigo subdito de Al-Hakhem II.

Enquanto se dissolviam as Taifas islâmicas do Sul, no Norte sucedia o Condado Portucalense do Reino de Leão, já em plena Reconquista da Península Ibérica. Apesar de sediado em Guimarães, a força económica que permitia a autonomia do Condado Portucalense estava na cidade do Porto (Portucale ou porto da cidade de Cale, a actual Gaia). É interessante pensar como foi o novo Reino, centrado no dinamismo comercial da jovem cidade de mercadores do Porto, que usufruía de uma posição e importância semelhantes na foz do segundo maior rio da Península Ibérica, o rio Douro, como Lisboa no rio Tejo, que acabaria por conquistar essa venerável cidade.

 

Os aventureiros de Lisboa

Edrisi conta que havia em Lisboa uma rua em honra de uns "aventureiros" , em homenagem a oito lisboetas que tinham, segundo contavam os habitantes, partido numa expedição marítima para explorar o Oceano. Na versão de Al-Wardi havia um bairro com o nome dos "aventureiros".

"Foi de Lisboa que partiram os Aventureiros, aquando da sua expedição tendo como objecto de saber o que continha o Oceano e quais eram os seus limites, como já foi dito. Existe ainda em Lisboa, perto dos banhos quentes, uma rua que se chama Rua dos Aventureiros."

A Cruzada: Portugal conquista Lisboa
A primeira tentativa de Afonso Henriques de conquistar al-Ushbuna ocorreu em 1137 e não teve sucesso frente às muralhas da cidade. Em 1140 aproveita os cruzados que passavam por Portugal para novo ataque que novamente falha.

Somente 7 anos depois os cristãos a voltariam a conquistar graças ao primeiro rei de Portugal, Dom Afonso Henriques, e ao seu exército de cruzados, em 1147. O primeiro rei português concedeu-lhe foral em 1179. A cidade tornou-se capital do reino em 1255 devido à sua excelente localização estratégica.

Nos últimos séculos da idade média a cidade cresceu e tornou-se um importantissimo porto, muito pelo comércio estabelecido com o norte da Europa e com as cidades costeiras do Mar Mediterrâneo. Em 1290 o Rei Dom Dinis estableceu a primeira universidade de Portugal em Lisboa (sendo novamente transferida para Coimbra em 1308).

Dom Fernando I, "o Formoso", mandou edificar a famosa Muralha Fernandina, já que a cidade crescia muito rápido para fora do perímetro inicial. Começando pelo lado dos bairros mais pobres e acabando nos bairros da burguesia, a maior parte do dinheiro utilizado veio desta última. Esta estratégia mostrou-se conveniente, já que de outra forma a burguesia deixaria de financiar a obra. . O novo capítulo da história de Lisboa nasce com a grande revolução da Crise de 1383-85. Após a morte de Fernando de Portugal, o Reino deveria passar a ter como soberano nominal o Rei de Castela, João I de Castela, e ser regido efectivamente por Leonor Teles de Menezes, mas o rei castelhano quis ser soberano efectivo ou, como se costuma dizer, rei e senhor, tendo conseguido persuadir a sogra e rainha regente a renunciar ao governo e ceder-lho. Isto, sem o consentimento das Cortes, constituía uma usurpação do poder e fez rebentar a guerra. Depois de cerca de ano e meio de luta, os burgueses da cidade, com as suas ligações inglesas e capitais avultados, são uns dos vencedores da guerra: o Mestre de Avis é aclamado João I de Portugal, depois de vencer o cerco de Lisboa de 1384, e antes que se desse a Batalha de Aljubarrota, ganha sob a liderança de Nun'Álvares Pereira em 1385 contra as forças castelhanas reforçadas por franceses e pelos fidalgos portugueses que prestaram vassalagem a João I de Castela. Em 1385 Lisboa substitui Coimbra como capital do reino.

 

Era das Navegações e o ouro da África, da Ásia e do Brasil

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PTorre de Belém
Portugal segue no pelotão dos países contemporâneos ao ser o primeiro a transformar a pesquisa tecnológica e científica em política de Estado, e com a política de portas abertas a especialistas estrangeiros, com objectivo aumentar e enriquecer os conhecimentos náuticos dos oficiais e marujos. Mais tarde estes conhecimentos foram incrementados com os conhecimentos práticos dos pilotos orientais. Várias expedições se fizeram com tripulações portuguesas que integravam alguns expatriados de outros reinos nas quais foram descobertos os arquipélagos dos Açores, Madeira e Canárias. Alguns afirmam que terão mesmo chegado ao Brasil. Estas ilhas permitem o estabelecimento de novos portos, úteis para a exploração de novos mercados. De Lisboa partiram muitas expedições na época dos descobrimentos (séculos XV a XVII), como a de Vasco da Gama em 1497-1498, reforçando também com este feito, a condição de grande porto e centro mercantil na Europa ávida por ouro e especiarias.

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Padrão dos Descobimentos

Depois de terminarem as guerras e conflitos entre os conservadores e liberais, Lisboa, tendo já perdido o ouro e monopólio dos produtos vindos do Brasil, atá aí , fonte muita da sua riqueza desde o fim do século XVI, encontrava-se numa situação económica difícil. No Norte da Europa, as nações iniciavam a industrialização, e enriqueciam com o comércio das Américas (a Inglaterra viria a dominar o comércio brasileiro) e da Ásia.

 

É em Lisboa que acontece a principal revolta que originou a Restauração da Independência, em 1640.

Os problemas para o comércio na cidade aumentam quando os Catalães, um povo mercador como o de Lisboa, também oprimidos pelas taxas castelhanas, se revoltam em 1636. É a Portugal que Madrid vem exigir os homens e os fundos para derrotar os catalães, numa tentativa de usar os de Portugal contra os da Catalunha.

É então que os mercadores da cidade se aliam à pequena e média nobreza. Tentam convencer o Duque de Bragança, Dom João, a aceitar o trono, mas este, como o resto alta Nobreza, é beneficiado por Madrid e só o prospecto de se tornar Rei o convence finalmente. Os conspiradores assaltam o Palácio do Governador, aclamando o novo Rei D. João IV, com o apoio inicialmente do Cardeal Richelieu de França, e depois a velha aliança retomada com a Inglaterra (tudo isto ficou conhecido com a Restauração da Independência, em 1640).

A Lisboa pós-Restauração é uma cidade cada vez mais dominada pelas ordens religiosas Católicas. Mais de 40 conventos são fundados na cidade em adição aos 30 já existentes, e os religiosos ociosos cuja sustentação é assegurada pelas esmolas e expropriações contam-se aos muitos milhares, constituindo mais de 5% da população da cidade. O clima político é cada vez mais conservador e autoritário e a Inquisição, depois de destruída a classe mercadora, concentra-se no controlo das mentalidades, vigiando as ideias e a criatividade, que suprime em nome da pureza da Religião. Os segundos e terceiros filhos, que não recebem a herança do pai, e que antes se dedicavam ao comércio e às empresas além-mar, agora simplesmente se refugiam nas ordens religiosas e vivem à conta de outrem, a maioria das vezes de forma apenas superficialmente religiosa.

 
Terramoto de Lisboa, 1 de Novembro de 1755.No início do século XVIII, no reinado de Dom João V, a cidade foi dotada de uma grande obra pública, extraordinária para a época: o Aqueduto das Águas Livres.

 

Terramoto de 1755

A cidade foi quase destruída em 1 de Novembro de 1755 por um enorme terramoto, e, reconstruída tomando por base os planos traçados pelo Marquês de Pombal, Ministro da Guerra e Negócios Estrangeiros e oriundo da Baixa Nobreza.

Reagindo com grande sangue frio e clarividência ao acontecido, terá dito que era necessário enterrar os mortos, cuidar dos vivos e reconstruir a cidade.


No inicio do século XIX Napoleão Bonaparte invadiu Portugal, obrigando o rei Dom João VI a retirar-se temporariamente para o Brasil. A cidade foi saqueada das suas riquezas. Lisboa viveu intensamente as lutas liberais e iniciou-se uma época de florescimento dos cafés e teatros. Mais tarde, em 1879, foi aberta a Avenida da Liberdade que iniciou a expansão citadina para além da Baixa.

 

Século XX

Culturalmente, este é o período em que as touradas e o fado se transformam em verdadeiros entretenimentos populares regulares. A eles se junta o teatro popular ou teatro de revista (inventado em Paris) que, com as velhas e eruditas comédias e dramas, disputa os novos teatros da capital. Um entretenimento tipicamente português deste tempo é a Oratória, em que actores corrompem a velha arte do Padre António Vieira em argumentos cantados, floridos e quase sempre superficiais com que disputam prémios. Surgem ainda os primeiros grandes jardins públicos, imitando o Hyde Park de Londres e os jardins das cidades alemãs: o primeiro é o Jardim da Estrela, onde passeiam os burgueses aos fins-de-semana.

Alarmadas as elites impõem a ditadura em 1907 com João Franco, mas é tarde de mais. Em 1908 a família real sofre um atentado (no Terreiro do Paço) em que morrem o Rei Dom Carlos de Portugal e o Príncipe herdeiro, numa acção provavelmente executada pelos anarquistas (que neste período atacam figuras públicas em toda a Europa). Em 1909 os operários de Lisboa organizam extensas greves. Em 1910, em Lisboa, dá-se finalmente a revolta. A população da cidade forma barricadas nas ruas e são distribuídas armas. Os exércitos ordenados a reprimir a revolução são desmembrados pelas deserções. O resto do país é obrigado a seguir a capital, apesar de continuar profundamente rural, católico e conservador. É proclamada a Primeira República.

 
Ponte 25 de Abril e zona adjacente do lado norte do Rio Tejo. Em 1912 os monárquicos aproveitam o descontentamento com as leis liberais dos republicanos no norte do país, e aí tentam o golpe de estado, que falha. Em 1916 Portugal entra do lado aliado na Primeira Guerra Mundial, enviando homens e recursos muito consideráveis num período de crise, e a situação económica e política fica cada vez mais tensa, havendo mesmo episódios de fome.

O fim da I República ocorre em 1926, quando a direita conservadora antidemocrática (ainda em pleno século XX largamente liderada pelos descendentes da antiga Nobreza do norte de Portugal e pela Igreja Católica) toma finalmente o poder após mais duas tentativas em 1925, alegadamente de forma a por fim à anarquia que ela própria tinha largamente criado. Inicialmente militar, liderado pelo General Gomes da Costa, o novo governo rapidamente adopta uma ideologia fascista sob a liderança de Salazar. O regime de Salazar e Marcelo Caetano seria derrubado pela revolução dos cravos num golpe de estado realizado em Lisboa a 25 de Abril de 1974.

Desde esta data, após um período conturbado até 1975, Lisboa e o país têm sido governados por um regime democrático. O actual Presidente da Câmara de Lisboa (C.M.L), é António Costa, do Partido Socialista (PS).

 
Torre Vasco da Gama, Parque das Nações, Lisboa, Portugal. Dez anos mais tarde, em 1985, dá-se a Assinatura do Tratado de Adesão à Comunidade Económica Europeia, no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, por parte do Presidente da República, Mário Soares.

Em 1988, deu-se o Grande Incêndio do Chiado, que destruiu uma boa parte do património Lisboeta, assim como a principal zona de comércio de Lisboa, que ainda hoje está a ser reconstruída.

Lisboa continua a desenvolver-se ao ritmo das mais altas cidades/capitais europeias, melhorando as suas infra-estruturas (e construindo novas), melhorando o sistema de segurança, saúde, etc. Em 1994, foi a Capital da Cultura, em 1998, inaugurou a sua segunda ponte, que por sinal, era na altura a mais longa de toda a Europa, e a quarta maior do Mundo, a Ponte Vasco da Gama (a primeira ponte, foi a Ponte 25 de Abril, inaugurada em 1966), nesse mesmo ano (1998), organizou a Exposição Mundial de 1998, com o tema Oceanos.

 

Freguesias de lisboa

 

A cidade de Lisboa tem 53 freguesias, são elas:


  Junta de Freguesia Ajuda
  Junta de Freguesia Alcântara
   Junta de Freguesia Alto do Pina
  Junta de Freguesia Alvalade
  Junta de Freguesia Ameixoeira
  Junta de Freguesia Anjos
  Junta de Freguesia Beato
  Junta de Freguesia Benfica
  Junta de Freguesia Campo Grande
  Junta de Freguesia Campolide
  Junta de Freguesia Carnide
  Junta de Freguesia Castelo
 Junta de Freguesia Charneca
  Junta de Freguesia Coração de Jesus
  Junta de Freguesia Encarnação
  Junta de Freguesia Graça
  Junta de Freguesia Lapa
  Junta de Freguesia Lumiar
  Junta de Freguesia Madalena
  Junta de Freguesia Mártires
  Junta de Freguesia Marvila
  Junta de Freguesia Mercês
  Junta de Freguesia Nossa Senhora de Fátima
  Junta de Freguesia Pena
  Junta de Freguesia Penha de França
  Junta de Freguesia Prazeres

  Junta de Freguesia Sacramento
  Junta de Freguesia Santa Catarina
  Junta de Freguesia Santa Engrácia
  Junta de Freguesia Santa Isabel
  Junta de Freguesia Santa Justa
  Junta de Freguesia Santa Maria de Belém
  Junta de Freguesia Santa Maria dos Olivais
  Junta de Freguesia Santiago
  Junta de Freguesia Santo Condestável
  Junta de Freguesia Santo Estêvão
  Junta de Freguesia Santos-o-Velho
  Junta de Freguesia São Cristóvão e São Lourenço
  Junta de Freguesia São Francisco Xavier
  Junta de Freguesia São João
  Junta de Freguesia São João de Brito
  Junta de Freguesia São João de Deus
  Junta de Freguesia São Jorge de Arroios
  Junta de Freguesia São José
  Junta de Freguesia São Mamede
  Junta de Freguesia São Miguel
  Junta de Freguesia São Nicolau
  Junta de Freguesia São Paulo
  Junta de Freguesia São Sebastião da Pedreira
  Junta de Freguesia São Vicente de Fora
  Junta de Freguesia Sé
  Junta de Freguesia Socorro

 

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Município

Empresas Municipais

EGEAC - Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural
Url: http://www.egeac.pt

EMEL - Empresa Pública Municipal de Estacionamento de Lisboa
Url: http://www.emel.pt/

EPUL - Empresa Pública Municipal de Urbanização de Lisboa
Url: http://www.epul.pt

GEBALIS - Gestão de Bairros Municipais de Lisboa
Url: http://www.gebalis.pt

Lisboa E - Nova - Agência Municipal de Energia e Ambiente
Url: http://www.lisboaenova.org/

Lispolis - Associação para o Pólo Tecnológico de Lisboa
Url: http://www.lispolis.pt/

MARL - Mercado Abastecedor da Região de Lisboa
Url: http://www.marl.pt/

OML - Orquestra Metropolitana de Lisboa
Url: http://www.oml.pt/

Sociedade de Reabilitação Urbana - Lisboa Ocidental
Url: http://www.lisboaocidentalsru.pt

 

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