Azambuja       » Voltar «

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Brasão
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Bandeira

Azambuja é sede de um município e uma vila portuguesa no Distrito de Lisboa, com cerca de 6 900 habitantes. Este concelho está integrada na região estatística do Alentejo, no entanto, continua a fazer parte da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo

Até 2004, o município da Azambuja fez parte da Área Metropolitana de Lisboa, passando depois a integrar a Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo.

Pelourinho
Pelourinho

O concelho tem aproximadamente uma área de 262 km² e mais ou menos 22 000 habitantes (informação relativa a 2006). O município tem 9 freguesias. É limitado a norte pelo município de Rio Maior, a nordeste por Santarém, a leste pelo Cartaxo, a sueste por Salvaterra de Magos, a sul por Benavente e Vila Franca de Xira e a oeste por Alenquer e pelo Cadaval.

 

 

 

 



Caracterização do Concelho

 

De acordo com historiadores do séc. XVIII, a localidade já existia na época romana com o nome de Oleastrum, cujo significado é zambujeiro embora não confirmado por muitos escritores da antiguidade.zz


Depois da invasão muçulmana em 711, DC, terá sido ocupada pelos Árabes, que a referenciaram como Azanbujâ, que significa “Oliveira Brava”. Este nome foi, provavelmente, dado pelos árabes em resultado da fundação de uma nova localidade onde existiam oliveiras bravas ou então devido à restauração de uma antiga povoação conquistada pelos muçulmanos aos cristãos, logo após a invasão da Península Ibérica por Tariq em 711.

Após a tomada de Santarém e de Lisboa, em 1147, por D. Afonso Henriques, Azambuja terá sido povoada ou repovoada por francos passando a ser chamada de Vila Franca. Estes cruzados deveriam fazer parte de uma das armadas que se dirigia à Terra Santa, mas que tentaram a sua sorte na Península Ibérica, na luta contra os muçulmanos. Por razões desconhecidas, esse povoamento acabou por fracassar, conduzindo-o ao seu abandono.

Em 1200 D. Sancho I doa a então Vila Franca (hoje Azambuja) a D. Rolim de Moura, filho de D. Rolim de Moura, e a todos os flamengos presentes e futuros, concedendo-lhe o primeiro foral. Como se deduz na Carta de Doação, Azambuja já era povoada, e a sua concessão tinha como objectivo legalizar e definir claramente essa ocupação.

Esta designação manter-se-á até o início do séc. XIII, altura em que foi substituída pelo topónimo Azambuja, tal como confirma a carta de doação da Azambuja, concedida por D. Afonso II a D. Rolim em 1218.

Em 1296, D. Dinis – “o Rei Lavrador” – à semelhança do que fez em Leiria, mandou semear nas redondezas, mais precisamente nas Virtudes, o célebre Pinhal de Azambuja, largamente mencionado por Almeida Garret na obra Viagens da Minha Terra.

Em 1513, a 7 de Janeiro, D. Manuel concedeu ao concelho de Azambuja um novo foral, diploma que se inseriu no projecto jurídico-administrativo, conhecido pela reforma dos forais.

Também neste âmbito, outras localidades vizinhas foram contempladas com novos forais, como é o caso de Aveiras de Cima e Vale do Paraíso (13/09/1513) onde se outorgou que ficariam simultaneamente cabeças e partes integrantes de um mesmo concelho, mas Aveiras de Cima seria a capital administrativa deste novo concelho, Alcoentre (26/09/1513) e Aveiras de Baixo (19/09/1514), reconhecia em qualquer dos casos que já existia um concelho anterior à sua data de concessão. Podemos verificar que o Concelho de Azambuja seria o mais importante, sob o aspecto político, administrativo e económico.

Ainda assim e com o decorrer dos tempos o concelho de Azambuja foi crescendo de importância.  Em meados do século XVIII detinha, no campo administrativo e judicial, dois juizes ordinários, três vereadores, um procurador e entre outros, tudo por conta do donatário. No campo militar, tinha um capitão, um alferes, dois sargentos e uma companhia de ordenança. No eclesiástico, um vigário da vara, com escrivão e meirinho. No governo da Fazenda Real, um provedor das lezírias, um almoxarife que assistia à repartição dos frutos, com seu escrivão; um alcaide, um escrivão e um arrecadador de sisas.

No início de século XIX o reino estava coberto por mais de 800 concelhos, que se caracterizavam entre si por uma relativa uniformidade legislativa e por uma grande diversidade das dimensões dos seus territórios, fruto não de um projecto global de organização administrativa territorial, mas de sucessivos legados e mercês régias a que foi sujeito o território português. Havia então necessidade de organizar o sistema administrativo por isso foi promulgado um decreto, a 6 de Novembro de 1836, com o objectivo de organizar convenientemente o reino, traduzindo-se na primeira grande reestruturação concelhia, caracterizada sobretudo pelo desaparecimento dos pequenos concelhos, como o caso dos concelhos de Aveiras de Cima e Aveiras de Baixo, que foram integrados no concelho de Azambuja, como freguesias.

Por volta de 1854, opera-se à segunda operação reorganizadora revelando-se menos benéfica para a Azambuja, na medida em que é confrontada com a ameaça de extinção do seu concelho (Azb, Av. Cima e Av. Baixo) e respectiva anexação ao vizinho concelho do Cartaxo. Contra esta intenção a população e a autarquia remetem ao rei representações para evitar que tal acontecesse, defendendo a identidade local como argumento.

No ano seguinte, por decreto de 24 de Outubro, em resultado do trabalho da comissão encarregada da reforma da divisão territorial do reino e ilhas adjacentes, o concelho de Azambuja recebe as freguesias de Vila Nova da Rainha, desanexada do concelho de Alenquer, Manique do Intendente e Alcoentre, do extinto concelho de Alcoentre.

Vila Nova da Rainha tinha sido elevada à qualidade de vila por D. Fernando, a 10 de Fevereiro de 1376, através da outorga de uma carta de mercê, que lhe conferiu autonomia administrativa em relação ao concelho de Alenquer. Todavia, a 25 de Dezembro de 1383, D. Leanor Teles, na qualidade de regente do Reino, reintegra a Vila Nova da Rainha no termo de Alenquer, a cujo o concelho pertenceu até 24 de Outubro de 1855, altura em que é integrada no Concelho de Azambuja, tal como referimos no parágrafo anterior.

Foi aprovada uma nova reforma, a 10 de Dezembro de 1867, com o objectivo de reorganizar administrativamente o reino, ficando sem efeito a 14 de Janeiro de 1868. Nesta tentativa o concelho de Azambuja era suprimido e integrado no de Alenquer, como paróquia civil, constituída pelas paróquias eclesiásticas de Aveiras de Baixo, Aveiras de Cima e Azambuja. Alcoentre transitava para o concelho do Cartaxo, como paróquia civil, formada pelas paróquias eclesiásticas de Alcoentre e Manique do Intendente.

Restaurado o concelho de Azambuja, a sua configuração administrativa só viria a sofrer alterações no século seguinte. No início da 1ª República, é promulgada, a 3 de Maio de 1916, pelo Presidente da República, Bernardino Machado, a Lei n. 522, que cria na povoação do Vale do Paraíso, então pertencente à paróquia de Aveiras de Cima, uma paróquia civil.

Anos mais tarde, o concelho de Azambuja é novamente reestruturado com o desdobramento da freguesia de Manique do Intendente em duas. É, então, criada por lei de 16 de Julho de 1924, uma nova freguesia, Vila Nova de São Pedro, desdobrada da de Manique do Intendente. Esta localidade fez parte da freguesia de São Pedro de Arrifana, até 11 de Julho de 1791 quando o senhorio foi dado por D. Maria a Diogo de Pina Manique pelos serviços prestados ao reino. Esta povoação de origem pré-histórica esteve desde de 1791 a 1924 ligada a Manique do Intendente.

Como resultado do crescimento da densidade populacional e desenvolvimento agrícola a freguesia de Manique do Intendente é novamente desmembrada, originando uma nova freguesia. É então criada através da lei n.º 98/85 de 4 de Outubro de 1985, a freguesia da Maçussa.

A sua localização à beira Tejo entre a província do Ribatejo e o Distrito e Patriarcado de Lisboa, confere-lhe uma série de especificidades que se espelham nos modos e formas de vida local.



Aspectos característicos

O concelho está localizado geograficamente como o mais oriental do distrito de Lisboa, tem excelentes acessibilidades tanto pela A1 quer pelos caminhos-de-ferro, e é constituido por 9 freguesias: Vila Nova da Rainha, Azambuja, Aveiras de Baixo, Vale do Paraíso, Aveiras de Cima, Alcoentre, Manique do Intendente, Maçussa e Vila Nova de São Pedro.

A sul, o Campo, as Lezírias, terras banhadas pelo Tejo, gozam de uma fertilidade invulgar que lhes permite a cultura do milho, arroz, melão, tomate…. Para além disso, proporcionam-nos momentos deslumbrantes de lazer ao passarmos pelas terras do campo e observarmos os touros de lide e os cavalos a pastarem livremente, num perfeito encontro com a natureza. Este quadro idílico traz-nos à memória, o Campino, homem de coragem, que desempenha a sua profissão com paixão…. fazendo destes nobres animais os actores principais de uma cultura tauromáquica que se estende a todo o Concelho. Faz parte da história, “está no sangue” diz-se por aqui…

http://www.cm-azambuja.pt/NR/rdonlyres/6757A9FC-6F38-4EF2-B7A2-0FA3C05DAA7A/34824/badoeiras07003site.jpgDo Tejo, a cultura Avieira, gentes vindas de Vieira de Leiria e outros locais, que ainda hoje trabalham na fauna, de corpo e alma, porque o Tejo faz parte integrante das suas vidas. A vida dura, o trabalho árduo, a pele marcada pelo frio e os braços doridos de tanta rede lançar ao rio na esperança de recolher…“o pão de cada dia”, contribuíram decididamente para forma e para o povoamento das vilas ribeirinhas, como Azambuja.

A Norte, o Bairro, freguesias de características rurais, onde predomina a policultura intensiva, com destaque para o pequeno proprietário agrícola que se dedica a uma agricultura familiar, onde a horta e a vinha são, ainda hoje, uma realidade, mas acima de tudo uma realidade que os liga à terra e aos seus antepassados.

Com traços culturais bem marcados que influenciam a actividade económica local ao nível do sector primário, Azambuja soube abrir as portas à industrialização, ao comércio e serviços, captando para o concelho um leque de empresas credenciadas no mercado fomentando o desenvolvimento económico e social nomeadamente através da criação de emprego. Assistimos, por isso à criação das zonas industriais implantadas nas Freguesias de Vila Nova da Rainha, Aveiras de Cima, Aveiras de Baixo, Azambuja e Alcoentre.

Funcionando de forma complementar e integral, aproveitando os excelentes recursos locais, o Município de Azambuja pretende que estes constituam um meio de divulgação e promoção sustentável de um concelho em desenvolvimento.

 

 

Símbolos

Na heráldica, as armas são de prata, com um zambujeiro de verde, frutado do mesmo e sustido e arrancado de negro, acompanhado por duas flores-de-lis vermelhas. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com os dizeres "Vila de Azambuja", de negro.

http://www.cm-azambuja.pt/NR/rdonlyres/A0011073-087E-472D-AA0C-ACE600B34B73/66654/logotipo_Finalpeq.jpg 
Logo - A criação da marca Azambuja tem como objectivo fazer uma melhor promoção do Concelho, dando destaque às áreas económica e turística, procurando tornar mais conhecidas e reconhecidas um conjunto de características que nos identificam de modo particular.

Esta imagem pretende transmitir os conceitos de “natureza”, de “modernidade” e de “inovação”, valores que inspiraram a concepção do logótipo.
A utilização de cores naturais (verdes e azuis) transmite uma sensação de harmonia e calma, e de zona com espaços verdes. O azul representa o rio Tejo e o verde a natureza.
O símbolo tem a forma geométrica de uma elipse contendo no seu interior uma forma abstracta que representa os mouchões no rio Tejo. Nesse elemento poderá ler-se as duas primeiras letras da palavra Azambuja.


Bandeira - De verde, cordões e borlas de prata e verde. Haste e lanças douradas.

Selo - Circular, tendo ao centro as peças das armas sem indicação dos esmaltes. Em volta, dentro de círculos concêntricos, os dizeres "Câmara Municipal de Azambuja

 - O Dia do Município e o Feriado Municipal assinalam-se na quinta-feira da Ascenção.
      » Feriado Municipal em 2011 = 02 de Junho

Assim, todo o património natural, cultural e humano faz parte de uma mesma identidade, simbolicamente representada e identificada na composição heráldica municipal.

 

Cultura:

Bibliotecas Municipais
As Bibliotecas Municipais são um palco privilegiado de animação cultural.
Para além das actividades normais, temos exposições, Hora do Conto, Baú da Biblioteca, a Hora do DVD, o Prazer de Ler e Conhecer e o mais que a seu tempo se verá.

 

 
Terça a Sábado das 10:30 às 18:30
Encerra ao Domingo, Segunda-feira e Feriados
http://biblio.cm-azambuja.pt/

 

Biblioteca Municipal de Azambuja
Morada: R. Engº Moniz da Maia, nº 61 – 2050-356 Azambuja
Tel. 263 400 485 Fax: 263 400 481
E-mail: biblioazb@cm-azambuja.pt

Biblioteca Municipal - Alcoentre
Palácio Conselheiro Frederico Arouca
Morada: Rua do Outeiro - 2065-039 Alcoentre
Tel. 263 487 196 Fax: 263 487 196
E-mail: biblioazb@cm-azambuja.pt

Biblioteca Municipal - Aveiras de Cima
Centro Cultural Grandella
Morada: R. Dr. Francisco Maria de Almeida Grandella, 13
2050-115 Aveiras de Cima
Tel. 263 474 315 Fax: 263 496 086
E-mail: biblioazb@cm-azambuja.pt

 


Centro Cultural Páteo Valverde
 Quinta do Valverde (Páteo Valverde)
Antigamente por ali se desenvolviam diversas actividades agrícolas, nomeadamente a cultura de arroz e transformação de produtos vinícolas.
Ao centro, alimentado por uma nora vemos um tanque que saciava a sede aos animais.
Foi também palco de inúmeros eventos tauromáquicos.
Actualmente, encontramos o Centro Cultural que agrega o Posto de Turismo, o Museu Municipal Sebastião Mateus Arenque, o Auditório Municipal, o Espaço Multiusos e uma agradável área de restauração.
Morada: Páteo Valverde – 2050 Azambuja
Tel. 263 400 473 Fax: 263 400 490
E-mail: disc@cm-azambuja.pt
 
Museu Municipal Sebastião Mateus Arenque
Inaugurado a 16 de Outubro de 2004, o Museu Municipal elegeu como sua grande missão trabalhar a Identidade e a Memória colectiva, dando a conhecer aos naturais, residentes e visitantes a realidade histórica, social e cultural do Município, o seu património, as suas tradições e as suas gentes.

 

Património


Turismo Natureza



O Turismo Natureza responde às novas tendências do consumidor turista, isto é, a procura de actividades que lhe permitem contacto directo com a natureza. O Concelho de Azambuja dispõe naturalmente de características que permitem aos que nos visitam usufruir de momentos únicos ao praticar um leque variado de actividades em plena interacção com a natureza, com a nossa cultura ou mesmo estimular a adrenalina e praticar um desporto mais arrojado sempre seguindo um princípio de utilização racional dos mesmos e sempre interagindo com a natureza sem nunca a desequilibrar dentro das linhas do desenvolvimento integrado e sustentável.


   - Palácio (Zona Envolvente)

   - Vala Real
   
   -
Lezíria



Actividades Turísticas:

            - Rota dos Mouchões

            - Birdwatching
 
            -
Rota de Colombo
  
            -
Parque Rural - Tambor 

            - Combinados

            - Rota da Maçussa

 

 

Património Edificado

 

Património Edificado (classificado)

Disperso pelo Concelho existe um conjunto de património edificado Classificado de Interesse Público, Municipal ou Nacional com especial interesse. Deixamos uma breve descrição do mesmo:

Castro de Vila Nova de São Pedro (Freguesia Vila Nova S. Pedro)
Palácio dos Condes de Aveiras


Igreja do Mosteiro de Nossa Senhora das Virtudes da Ordem de São Francisco (Virtudes – Aveiras de Baixo)

Marco de Cruzamento São Salvador (Alcoentre)

Igreja Matriz de Azambuja

Igreja e Edifício da Misericórdia de Azambuja

Marco de Légua à entrada de Azambuja

Pelourinho de Azambuja


Pelourinho de Manique do Intendente

Palácio de Manique do Intendente

Património Edificado (não classificado)

Vila Nova da Rainha

        Igreja Matriz de Santa Marta

Aveiras de Cima
        Escola Almeida Grandella
Alcoentre
        Ponte da Ermida
        Escola Augusto José da Cunha
        Torre do Relógio
Manique do Intendente
        Largo dos Imperadores
        Casa da Câmara
Maçussa
       
Moinho
Vale do Paraíso
        Torre Sineira
Azambuja    
        Cruzeiro
        Crucifixo
        Painéis azulejares da Estação dos Caminhos-de-ferro  
        Monumento Combatentes (Largo Palmela)  
        Fábrica do Azeite  
        Capela S. Sebastião  
        Hospital Espírito Santo  
        Fonte de Santo António  
       Tanques Públicos
        Pateo Valverde 
        Palácio das Obras Novas 
        Paço dos Srs. Rolim de Moura  
        Celeiro d’el Rei 
        Palácio do Provedor das Lezírias 
        Biblioteca Municipal (antiga escola primária)  
        A chaminé 
        Retrato da sociedade concelhia

 

Política
 Administração municipal
O município da Azambuja é administrado por uma câmara municipal composta por 7 vereadores. Existe uma assembleia municipal que é o órgão legislativo do município, constituída por 30 deputados (dos quais 21 eleitos directamente).
O cargo de Presidente da Câmara Municipal é actualmente ocupado por Joaquim António de Sousa Neves Ramos, eleito nas eleições autárquicas de 2009 pelo Partido Socialista, tendo maioria absoluta de vereadores na câmara (5). Existe ainda um vereador eleito pela coligação Pelo Futuro da Nossa Terra (PSD/CDS-PP/MPT/PPM) e outro pela CDU. Na Assembleia Municipal o partido mais representado é novamente o Partido Socialista com 12 deputados eleitos e 7 presidentes de Juntas de Freguesia (maioria absoluta), seguindo-se a CDU (4; 2), a coligação Pelo Futuro da Nossa Terra (PSD/CDS-PP/MPT/PPM) (4; 0) e o Bloco de Esquerda (1; 0). O Presidente da Assembleia Municipal é António Pratas Cardoso do PS.

 

Freguesias
http://www.distritosdeportugal.com/lisboa/map/azambuja_m2.gifAs freguesias da Azambuja são as seguintes:

  • Alcoentre
  • Aveiras de Baixo
  • Aveiras de Cima
  • Azambuja
  • Maçussa
  • Manique do Intendente
  • Vale do Paraíso
  • Vila Nova da Rainha
  • Vila Nova de São Pedro

 

 

Contactos Úteis

Serviço Municipal de Protecção Civil
Protecção Civil - 263 403 720  /  969 291 789
Bombeiros de Alcoentre - 263 480 130
Bombeiros de Azambuja - 263 401 144 / 5
G.N.R. - 263 418 841
Escola Segura - 969 291 786

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